Pare de se preocupar com os resultados, e dê o melhor de si.

Desde que comecei minha carreira como palestrante, tenho feito uma pergunta que, invariavelmente,  se repete antes que eu prepare uma palestra;  Como posso ajudar as pessoas a superarem suas crenças limitantes que as impedem de ser mais?

Eu acredito que quando viemos ao mundo, éramos espontâneos e sem limites. Fomos crescendo e aprendendo, principalmente, aquilo que NÃO podemos fazer. Foram nos  programando para fazer apenas aquilo que é conveniente para a sociedade e para levar apenas uma vida que funciona.  A questão é que foram tantos NÃOS que recebemos durante tantos anos, que passamos a acreditar que realmente não podemos viver como gostaríamos.

A verdade é que apesar de todos os desafios e oponentes que precisamos enfrentar diariamente, o que mais nos acompanha, é o que, conforme escrevi em outro artigo que você pode ler clicando aqui, nosso principal oponente;   o oponente interno.  É aquela voz em nossa cabeça dizendo que não podemos fazer isso ou aquilo, que nos coloca medo quando queremos nos arriscar e que, muitas vezes, cerceia nossa liberdade de escolha,  influenciando nossos comportamentos e atitudes.

O Escritor W. Timothy Gallwey diz em seu livro “O jogo interior do tênis”, que existe em nós o Ego 1 e o Ego 2, e que muitas vezes, eles ficam competindo para ver quem ganha. Às vezes dizemos, eu vou fazer isso, e ao mesmo tempo “outra” voz surge em sua cabeça dizendo; “Não, você não vai conseguir”, e passamos a vida com esses conflitos entre querer algo e duvidar que vamos conseguir.

O que precisamos fazer é nos desapegarmos desse tipo de pensamento, não ficar negociando com o Ego 2, dando espaço a ele. Talvez essa voz que surge em sua cabeça tenha a intenção positiva de te proteger, mas na verdade ela só atrapalha e cria limitações para suas realizações.

Gallwey diz que  a “Espontaneidade” é uma boa palavra para descrever o que acontece a um jogador de tênis que sente não ter nada a perder. Ele para de se preocupar com o resultado e joga tudo que sabe. Este é o verdadeiro significado do desapego.

Aprendi nos últimos anos que não tenho que ficar “apegado” ao resultado em si, mas com o processo que me levará a ele. É claro que temos que ter metas e objetivos, e trabalhar bastante para alcançar os resultados que queremos, mas ficar obcecado com esses resultados, pode causar tensão e estresse desnecessário e com isso, diminuímos nosso desempenho que poderia trazer o resultado desejado.

Ser espontâneo e dar o melhor de si como se não tivesse nada a perder, ou seja, não ficar preocupado se vai ganhar o não, é a melhor forma de libertar seu poder pessoal para vencer o jogo da vida.

Forte abraço e sucesso sempre!

Escrito por Fernando Oliveira

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