Armadilhas do Cotidiano

Um casal estava viajando e ao mesmo tempo estavam discutindo, brigando. Depois veio aquele silêncio. Continuavam “emburrados” quando passaram por uma propriedade rural na qual havia vários porcos.

O marido resolveu provocar: - Aqueles ali são seus parentes?

Ela respondeu sem pestanejar: - Sim, são meus cunhados!

Amigo, não caia nas armadilhas do cotidiano e não participe de confrontos sem sentido. Infelizmente vivenciamos isso a todo o momento.

Pessoas que agem assim são infelizes, perdem relacionamentos, perdem clientes, ficam numa redoma de tristeza, somatizam doenças de graça, colam uma etiqueta na testa chamada “depressão”.

É preciso estar vigilante para se esquivar da maldade. O Apóstolo Paulo falou ao povo romano daquela época para não deixar que o mal vença, mas que vençam o mal.

Na correria do dia-a-dia, nos vemos em situações que servem como gatilhos que nos fazem perder a razão. Isso acontece até num desentendimento com um amigo ou numa discussão no trânsito. Sem percebermos, nos afastamos de nossa consciência e isso nos torna irracionais.

Vale a pena viver em paz. Vale a pensa ser vigilante consigo mesmo. Pense bem, nenhum ser humano nasceu para ser pequeno. Nossa essência é buscar o conhecimento e a felicidade.

Todos nós sabemos que o que diferencia o ser humano dos animais é a razão, mas o que nos diferencia uns dos outros é a forma como usamos a razão para amar e respeitar o próximo.

Vale a pena viver assim. Essa atitude traz mais felicidade a você do que qualquer outra coisa no mundo.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Escrito por Gilclér Regina
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